Laurinha tem 5 anos e está lutando contra um câncer agressivo
Laurinha tem 5 anos. Ela gosta de desenhar, de ouvir histórias antes de dormir e de abraçar forte quem ela ama. Mas há meses, a rotina dela não é de brincadeiras — é de hospitais, agulhas, medicamentos e exames.
O diagnóstico foi devastador: neuroblastoma grau 4, um dos cânceres infantis mais agressivos que existem. Ele se forma nas células nervosas e, quando atinge o estágio 4, já se espalhou para outras partes do corpo. O tratamento é longo, intenso e caro — e não pode parar em nenhum momento.
Os pais venderam a casa, o carro e tudo que tinham para pagar o início do tratamento. Agora dependem de doações para continuar.
Quando o diagnóstico chegou, os pais da Laurinha fizeram o que qualquer pai ou mãe faria: colocaram a vida de lado e correram para salvar a filha. A casa foi vendida. O carro foi vendido. Móveis, eletrodomésticos, tudo o que tinham foi convertido em dinheiro para pagar as primeiras etapas do tratamento.
Eles se mudaram para perto do hospital em outra cidade, vivendo de favor, sem renda fixa, com as economias se esgotando mês a mês. Fizeram rifas. Organizaram bazares. Pediram ajuda a amigos, a conhecidos, a desconhecidos nas redes sociais.
Fizeram tudo o que estava ao alcance deles. O tratamento total tem um custo alto, mas nossa luta agora é atingir a meta urgente desta semana de R$ 1.900 para não interromper a quimioterapia.
Muita gente pergunta: "Mas o SUS não cobre?"
O SUS cobre parte do tratamento — e a família é grata por isso. Mas o neuroblastoma grau 4 exige protocolos específicos que incluem medicamentos importados que não constam na lista do SUS, terapias complementares, e exames de alta complexidade que precisam ser realizados com frequência para monitorar a resposta ao tratamento.
Além disso, o hospital especializado fica em outra cidade. Isso significa passagens, combustível, hospedagem e alimentação para a mãe que permanece ao lado da Laurinha durante as internações — que podem durar semanas. Esse custo invisível é real, constante e igualmente urgente.
Hoje, a campanha já arrecadou uma parte importante — fruto da generosidade de centenas de pessoas que acreditaram nessa causa. Mas ainda faltam recursos para cobrir:
- Medicamentos importados não fornecidos pelo SUS
- Sessões de quimioterapia especializada no protocolo de alto risco
- Exames de imagem periódicos — ressonância, tomografia e cintigrafia
- Transporte e hospedagem durante as internações e consultas
- Alimentação e despesas básicas da família durante o período de tratamento
Cada real doado vai diretamente para manter esse tratamento ativo. A prestação de contas é pública e atualizada — você pode acompanhar tudo nesta mesma página.
A Laurinha não entende muito bem o que está acontecendo. Ela sabe que precisa tomar remédios que fazem ela se sentir mal. Ela sabe que fica muito tempo longe de casa. Ela sabe que a mãe às vezes chora escondido.
Mas ela também sabe que tem gente torcendo por ela. Que existem pessoas que ela nunca viu na vida que estão enviando amor e ajuda de todo o Brasil. Isso faz diferença. Pra ela, e pra família inteira.
O tratamento está
funcionando. Os médicos relatam resposta positiva ao protocolo atual. O que não pode acontecer é
uma interrupção por falta de recursos.
Se esta página chegou até você, não foi por acaso. Talvez alguém em quem você confia tenha compartilhado. Talvez você tenha buscado uma forma de fazer algo que valha a pena.
Você pode ser parte dessa história. Uma doação de qualquer valor — R$ 10, R$ 30, R$ 50 — somada à de centenas de outras pessoas, é o que mantém a Laurinha em tratamento hoje.
E se hoje não for possível doar, compartilhe. Poste nos seus grupos, mande no WhatsApp para quem você sabe que tem coração generoso. A mensagem certa, chegando à pessoa certa, pode ser o que falta.
Se você pode doar, doe agora. Se não puder, compartilhe. Uma mensagem sua pode ser o que vai mudar essa história.
Sua doação vai diretamente para o custeio do tratamento da Laurinha,
acompanhada de prestação de contas
transparente e atualizada mensalmente.